Dentro da casa, ele reuniu ferramentas: martelo, cinzel, pé de cabra. Colocá-las ao lado do baú foi como se preparar para uma cirurgia. Ele se ajoelhou novamente, com o suor se acumulando apesar do frio. Sua mão tremia quando ele agarrou o martelo, pronto para golpear. Mas ele hesitou, dominado pelo peso da expectativa.
Ele golpeou uma vez. A faixa de ferro gemeu, a poeira subiu. Ele bateu novamente, com mais força, o metal gritando em protesto. A fechadura tremeu, mas resistiu. Os braços de Andrew tremeram com o esforço. Ele fez uma pausa, com o peito arfando, olhando para o poço de ferrugem como se ele pudesse engoli-lo inteiro. Ficou claro que isso seria mais do que um dia de trabalho.