De volta ao hospital, Eleanor não correu para o leito de Maxine. Ela parou na porta, com medo de fazer algo errado. Foi Carrie quem pegou sua mão e a colocou gentilmente sobre o cobertor. “Ela precisa de você”, disse Carrie suavemente.
A risada de Maxine voltou lentamente. No início, era apenas um som – suave, incerto, como se ela estivesse testando se o mundo era seguro o suficiente para fazer barulho novamente. Depois, ficou mais alta. Mais nítido. Quando a primavera chegou, ela perseguia os pombos no parque e pedia lanches com a confiança feroz de uma criança que se sentia forte em seu corpo novamente.