A princípio, ele não falou. Ficou de pé ao lado da cama, ajustando o cobertor, verificando os sinais vitais de Maxine com uma calma praticada. Então ele fez uma pausa. Seus dedos pairaram, apenas ligeiramente. Ele se inclinou para mais perto, estreitando os olhos – não para o rosto dela, não para os monitores, mas para suas mãos.
“As unhas dela sempre foram assim?”, ele perguntou baixinho. Mike olhou para cima, assustado. Os dedos de Maxine eram pequenos e irregulares, as bordas de suas unhas eram irregulares, cortadas em curvas suaves e irregulares. O médico gentilmente virou a mão dela sob a luz.