Carrie engoliu. “Mãe… nós pedimos que você parasse.” “Eu sei”, disse Eleanor, virando-se para a filha. Seus olhos estavam vidrados agora. “E eu deveria ter escutado. Eu realmente achei que era inofensivo. Eu nunca teria dado nada a ela se achasse…” Ela parou, balançando a cabeça. O médico ergueu a mão, não para interromper, mas para abrandar o momento.
“Pode não ser nada”, disse ele, de forma uniforme. “A maioria das plantas de jardim é benigna, e muitos casos como esse acabam tendo causas não relacionadas. Mas, considerando os sintomas de Maxine, precisamos ser minuciosos. Testar não é sinônimo de culpa.” Eleanor assentiu com a cabeça, enxugando os olhos. “É claro”, disse ela. “O que você precisar.”