“Fico me perguntando o que estou perdendo”, disse Mike em voz baixa naquela noite, ao lado do berço. “O que há de errado com minha filha?” Carrie não respondeu. Ela não tinha um filho. Na manhã seguinte, Mike chegou cedo à casa de Eleanor sem ligar antes. O lugar tinha um leve cheiro floral. Não era desagradável. Apenas não era familiar.
Eleanor estava no balcão, de costas para ele, despejando algo de um pequeno bule em uma caneca. Maxine estava sentada em seu assento de elevação, com os pés chutando fracamente e os olhos fixos na xícara. Mike parou bem na entrada da porta. “O que é isso?”, perguntou ele. Eleanor se assustou, quase derramando o líquido. Ela se virou muito rapidamente, com a caneca apertada em sua mão. “Nada”, disse ela imediatamente.