Este cavalo não parava de abraçá-la – então os médicos descobriram algo aterrorizante

O ar da noite parecia familiar novamente. Calmo. Tranquilo. Jolene se dirigiu lentamente para o campo, com movimentos cuidadosos, mas firmes. Keola já estava lá. Esperando. Por um momento, nenhuma das duas se moveu. Então Jolene se aproximou. “Ei, garota…”, disse ela suavemente. Keola não se apressou dessa vez. Não entrou em pânico.


Ela simplesmente deu um passo à frente e abaixou a cabeça gentilmente em direção a Jolene. Cuidadosa. Controlada. Jolene passou os braços em volta do pescoço dela, segurando-a com um pouco mais de força do que o normal. “Sinto muito”, ela sussurrou. “Não entendi.” Keola soltou um suspiro suave, encostando-se a ela. Jolene colocou a mão sobre seu estômago, olhando para baixo por um breve segundo.


Depois, de volta para Keola. “Você estava tentando me dizer, não estava?” O cavalo ficou parado. Quieto. Mas presente. E de alguma forma… isso foi suficiente.