Um pescador descobriu ouro afundado no mar – mas um erro de partir o coração lhe custou US$ 4 milhões

As mãos de Arthur tremeram quando ele pegou a rede. Ele não estava pensando na história do traje ou na época à qual ele pertencia; seu foco estava inteiramente no conteúdo da barriga de lona. Ele trabalhou com uma compostura forçada, seus dedos se atrapalharam um pouco enquanto ele pegava os nós úmidos e apertados. Com cuidado, ele soltou os cordões de náilon que havia usado para prender a relíquia, retirando a malha centímetro a centímetro para revelar a lona com crostas de sal por baixo.

De perto, o traje parecia ainda mais velho, com o latão do capacete esburacado e verde de oxidação. Ele soltou a pesada placa peitoral, os parafusos enferrujados gemendo em protesto quando finalmente cederam. Quando a frente do traje se abriu, as pedras caíram no convés úmido. Longe das profundezas turvas e sob a luz direta do sol, o minério parecia magnífico. O exterior escuro e cascalho era secundário aos veios de ouro âmbar que atravessavam cada peça.

Eles captavam a luz, brilhando com um brilho quente e meloso que parecia pulsar contra a madeira cinza do barco. Ele pegou uma delas, limpando o lodo restante com o polegar, e observou como o ouro brilhava sob a superfície.