Murat se firmou quando seus pés atingiram o chão. Por um segundo, ele não se moveu. Apenas respirou. O espaço ao seu redor era menor do que ele esperava. Uma caverna baixa e irregular esculpida na rocha, com largura suficiente para algumas pessoas se sentarem. Um brilho fraco vinha do que restava do fogo – agora reduzido a brasas. Três figuras estavam próximas. Observando-o.
Um deles deu um pequeno passo à frente. Mais velho que os outros. Barba por fazer, olhos atentos apesar da exaustão. “Você está bem?”, perguntou ele. Murat assentiu rapidamente com a cabeça, ainda recuperando o fôlego. “Sim… eu… eu me perdi” Os olhos do homem se estreitaram ligeiramente. “Perdido?”, repetiu. Murat olhou para trás, para o poço. “Eu vim por ali… mas não comecei por ali.”
Isso chamou a atenção deles. Todos os três olharam para cima agora. Depois, de volta para ele. “Então, onde?”, perguntou o homem mais velho. Murat hesitou. “Na minha garagem Silêncio. O terceiro homem soltou um suspiro silencioso e incrédulo. “Sua o quê?” “Eu quebrei uma parede”, disse Murat, ouvindo como isso soava estranho. “Há… túneis. Salas. É muito mais profundo do que eu pensava.”
O homem mais velho o estudou por um momento. Não o descartou. Mas também não acreditou totalmente. Em seguida, ele olhou para os outros. Houve uma troca de olhares entre eles. Como se essa não fosse a primeira coisa estranha que eles tinham ouvido… mas estava perto disso.