Ela nunca teve filhos — mas um teste de ADN revela que tem uma filha!

Os exames revelaram-se mais sérios do que a Molly esperava. O médico prescreveu-lhe uma mamografia e uma ecografia e, de repente, a consulta deixou de parecer rotineira. A Molly sentou-se na sala de espera, tentando não imaginar o pior. O marido apertou-lhe a mão. «Ainda não sabemos de nada», lembrou-lhe ele. A Molly acenou com a cabeça, mas a espera fazia com que todas as possibilidades parecessem mais prováveis.

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Depois vieram as perguntas. Uma enfermeira olhou para o formulário. «Tem algum historial de cancro da mama na sua família? De cancro do ovário? Outras doenças hereditárias?» A Molly abanou a cabeça. «Não sei. Fui adotada.» Sempre que fazia um novo teste ou exame, tinha de dizer: «Não sei.» E, a cada vez, aquelas palavras incomodavam-na ainda mais.

Os exames foram concluídos, mas a Molly não obteve uma resposta naquele dia. Foi para casa e tentou distrair-se, mas a sua mente continuava a voltar sempre ao mesmo medo. Se houvesse algo de grave, ela não fazia ideia se isso já tinha acontecido à sua mãe, à sua avó ou a mais alguém antes dela. «Detesto não saber», disse ela ao marido naquela noite. Ele compreendeu exatamente o que ela queria dizer. Agora, a Molly tinha de esperar ansiosamente que os resultados finais chegassem finalmente.

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